quinta-feira, junho 21, 2007

a propósito das prioridades da saúde...

a próposito de artigo intitulado 'prioridades da saúde' do meu querido que raio de saúde a nossa, lanço a questão:
para além do Centro Saúde referido, o de Viana do Castelo, quantas unidades não disporão realmente o milagroso desfibrilhador?
(E nem me refiro às que o possuem mas que estão guardados a 7 chaves, qual peça de museu...)
Fica para pensar.
pista: vamos começar pelas instituições psiquiátricas....

5 comentários:

J.F disse...

Cara Reanimadora

Por não querer ser mais “papão que o papa” digo que a culpa não é só do Primeiro Ministro, do Ministro da Saúde, do Presidente da ARS local ou do coordenador das extintas Sub-regiões de Saúde mas neste caso também dos Directores dos Centros de Saúde e das equipas de profissionais intervenientes (médicos e enfermeiros).

Mas entre todos estes, mais culpado se afirmou, quem com a responsabilidade que o cargo lhe exige, duma maneira irresponsável, considera publicamente que a “prioridade” neste caso é “chamar o INEM”.

E como a culpa atribuída aos dirigentes quase sempre morre solteira, a jeito de autocrítica eu acrescento à tua pergunta:

Quantos desfibrilhadores, entre os existentes, terão as baterias devidamente carregadas?

Quantos médicos saberão interpretar um traçado electrocardiográfico para definir a indicação ou não duma cardioversão eléctrica?

Quanto estarão aptos ou saberão realizá-la?

Quantos profissionais da saúde estão aptos a praticar actos de suporte imediato de vida ou de “lifesaving” com ou sem dispositivos médicos à disposição?

Bem o dizes... fica para pensar.

J.F disse...

Cara Reanimadora

Por não querer ser mais “papão que o papa”, aqui digo que a culpa não é só do Primeiro Ministro, do Ministro da Saúde, do Presidente da ARS local ou do coordenador das extintas Sub-regiões de Saúde mas neste caso também dos Directores dos Centros de Saúde ou Hospitais, dos DS e das equipas de profissionais intervenientes (médicos e enfermeiros).

Mas de entre todos estes, mais culpado agora se afirmou, quem com a responsabilidade que o cargo lhe exige, duma maneira irresponsável, considera publicamente que a “prioridade” neste caso é “chamar o INEM”.

E como a culpa atribuída aos dirigentes quase sempre morre solteira, a jeito de autocrítica eu acrescento à tua pergunta:

Quantos desfibrilhadores, entre os existentes, terão as baterias devidamente carregadas?

Quantos médicos saberão interpretar um traçado electrocardiográfico para definir a indicação ou não duma cardioversão eléctrica?

Quanto estarão aptos ou saberão realizá-la?

Quantos profissionais da saúde estão aptos a praticar actos de suporte imediato de vida ou de “lifesaving”?

É mesmo como dizes... Dá para pensar.

sahaisis disse...

ih ih...eu estou numa que o tem lá para decoração, completamente...

Lifepassenger disse...

Olá desconhecia o seu blog|! Acrescentei-o aos meus links! Quanto ao tema em questão! É aceite por todos que na saúde, quanto mais a oferta mais a Procura! Por isso os gastos em saúde tem que ser (infelizmente) muito bem racionalizados!

Sei que o tema da reanimação é importante(note que trabalho numa Urgência central), mas sinto que falta investir na nossa "coluna vertebral", ou seja os centros de saúde! Será que existe formação suficiente, será que existem incentivos formativos e monetários, para que os Profissionais se sintam motivados e satisfeitos !

O que se passa é que actualmente iniciou-se o processo de voltar a investir na Saúde e nos Cuidados Primários, para assim diminuir o tempo de espera de algumas consultas e diminuir de igual forma a procura constante aos Serviço de Urgência!

Bem desculpe se me alonguei! Até já!

NonSense disse...

O meu comentário nada tem a ver com o post em questão...
Como o blog está relacionado com o Funchal (neste momento estou de férias na Madeira) gostaria de saber se é possível ser dador de medula no Hospital do Funchal...
Obrigada